segunda-feira, 3 de junho de 2013

Pequenas Histórias


Viajando na volta do trabalho, vivi os momentos da minha moto...
Flashes de águas molharam os pensamentos de meu capacete...
As caveiras se reviravam em torno de um cérebro rockeiro que tentava encontrar o caminho das palavras...
Conclui minha viagem ao estacionar minha moto no céu das palavras..
Poetizei na garagem os versos do elevador...
Subi, desci em textos...
Abri a porta do coração...
Ao entrar vi o ódio passando...
O tirei rapidamente do corpo...

domingo, 2 de junho de 2013

Coisas do Escrever Compilados para Entender



Bom dia queridos amigos!Hoje comecei o dia assim:O amor, verbo condicionado as variações de tempo do coração! Sentidos aguçados, substantivos...falados!Sonhei, vibrei, acordado!Por aí tenho escutado, que o amor tem apalavrado, todo aquele resultado, inesperado e inexplicado do qual nosso coração tem cantado.O amor é uma bela canção que o nosso cérebro toca em sintonia com o coração!Não existe razão, tem emoção...E então? Vivam a sua paixão, sendo ela ou não, uma condição para algo ainda sem explicação!

Domingo de manhã



Bom dia de Domingo!

Acordei meio sonolento, sem saber explicar o porque do tempo...
As horas passaram lentamente no sentido anti horário do coração.
Reduzindo a vibração do corpo, aumentando a palpitação dos olhos nos sonhos...
Dormir de olhos abertos e mente confusa, nos torna a cada dia mais humanos...
Vivemos como macacos, em buracos, em relógios parados.
Mas vivemos em busca de solidão, razão, emoção... Chão!
Queria saber acordar dos olhos fechados, da emoção travada e do tempo corrido.
Sem deixar vestígios!

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Devaneios mentais de um mundo que não quer voltar



Tic tac, tic tac...Perdido o relógio para o tempo...
Um devaneio toca ao despertar.
Um estado de espírito de quem se deixa levar por lembranças...
Choques mentais, distúrbios atuais...
Meu mundo da voltas em pequenos nós que laçam o pensamento...
O momento desata paredes derrubadas do destino...
Sem volta sigo para me perder...
Sem encontrar um sentido para o saber, me vejo no espelho turvo de minha alma...
Buscando rasuras para juntar pensamentos...
Vivo os instantes em algum momento.
Perco o sentido...O conteúdo...Doído...
Reescrevo os versos do meu sonhar...
Uma versão do estar...
Um parecer do pensar...

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Os Erros Do Saber


Dia após dia venho nesta batalha...
Algo que tranca, metralha.
Vejo os Erros Do Saber...
Saber que não estão certos;
Vivencio os incorretos...
Buscando as correções,
Não sei medir as minhas ações...
Dimensões?
Incríveis versões...
Nervoso, Zen, alguém sabe explicar?
Minha intranquilidade momentânea vem da calmaria repentina...
Durmo com os anjos e venho nos demônios...
Anônimos, antônimos.
Qual é a cura de viver?
Os Erros Do Saber..
Mandar se fu...
Êh, êh, êh...

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Luto A Solidão


Enfim achei a solidão...
Em uma procura imensa de pensamentos vivi..

Escolhas e momentos insensantes...
Intensos..
Propensos.
Errando sempre os acertos...
Desmentindo verdades...
Ignorando a calma com a fúria...
Cegando construções;
Construindo muros desmoronados...
Escrevendo papiros inacabados...
Estudos acabados...
Certos, errados...
Valeu, foi bom, adeus...

terça-feira, 20 de novembro de 2012

NOVAS ESCRITURAS



As mudanças começam a fazer a diferença.
Amadureci, vendo que a vida tornou amargurado, me mostrei como um pobre soldado.
Escravizado, entre duras batalhas e guerras perdidas...
Ainda não saquei, mas quase saquei o que não sei se é...
Mas é como se fosse...
Vitórias em batalhas perdidas vem a tona!
Vivi em murros em pontas de facas e essas já não me cortam mais...
Escrevi, pedaços do coração ensangüentado, esfacelado..
Em lágrimas de sangue, sorri...
Marquei nas paredes do destino as frases controversas...
Apaguei da vida as fases adversas.
Brinquei em parques para adultos infantis...
Descrevi minha vida inteira em funis...
Pedi aos cantos envelhecidos...
Vi crianças em escritórios amadurecidos...