Uma cachoeira de letras inundou o meu quarto...
Em menos de duas estrofes, estava coberto pelas letras.
Respirei fundo e comecei a subir.
Imergi pelas poesias rapidamente...
Peguei o primeiro livro para não afundar.
Com um soneto remei pelos versos até chegar à margem dos versejos...
Pisei em palavras firmes e peguei a primeira rima que passou.
Nela segui aonde o caminho me levou...
Chegando lá, já não estava...
Páginas e mais páginas rasurei...
Não estando fiquei...
Fiquei pensando, falando...
E ao estalar de uma prosa, acordei o Poema!
Mostrando postagens com marcador poetizar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador poetizar. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Rimas de Cachoeira
Marcadores:
AMOR,
cachoeiras,
história vem da vida,
POESIAS,
poetizar,
rasuras,
VIDA
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Poetizar
Saiam dos livros...
Voem as almas...
Poesia querida, verseje a minha calma.
Seus pássaros não cantarolam em meus sonhos a algum tempo.
Já não vejo as palavras ao vento.
Poesia, preciso de sua criatividade.
Quero rasurar poemas em minha mente.
Riscar versos em minha parede.
Fazer estrofes com meus anseios.
Avistar versejos em meu falar...
Respirar rimas...
Esculpir inimagináveis paredes de ventos...
Com brisas poéticas e infinitas.
Sem limite para versejar ou Carpinejar.
Falando as Cecílias, descrevendo as Meireles...
E num pulo de Dummond, subir o Carlos e declarar de Andrade.
Vou aqui, sigo ali, escrevo aculá...
Inspirações poéticas estou a sua própria opinião.
Vem a mim sem perdão.
Saiam dos livros...
Voem as almas...
Poesia querida, verseje a minha calma.
Seus pássaros não cantarolam em meus sonhos a algum tempo.
Já não vejo as palavras ao vento.
Poesia, preciso de sua criatividade.
Quero rasurar poemas em minha mente.
Riscar versos em minha parede.
Fazer estrofes com meus anseios.
Avistar versejos em meu falar...
Respirar rimas...
Esculpir inimagináveis paredes de ventos...
Com brisas poéticas e infinitas.
Sem limite para versejar ou Carpinejar.
Falando as Cecílias, descrevendo as Meireles...
E num pulo de Dummond, subir o Carlos e declarar de Andrade.
Vou aqui, sigo ali, escrevo aculá...
Inspirações poéticas estou a sua própria opinião.
Vem a mim sem perdão.
Assinar:
Postagens (Atom)
