Tic tac, Tic tac, bate o poema.
Despertando o soneto da nova jornada.
Que ao bocejar versejos, sente o gélido conflito de idéias alcançar os pés...
Levantando as preguiçosas estrofes matinais, que ainda se encontram adormecidas e desordenadas na mente do poeta..
Espreguiça um braço...
Pega uma caneta...
E nesse compasso.
Faz uma careta...
Um pouco depois de duas frases, encontra a coragem se esquivando da vontade de deitar e seguir com a insônia inquietante de provérbios, substâncias e devaneios que assolam a sua mente oca e confusa de tantos pensamentos...
Pensamentos perdidos em caixas de texto pequenas e compactas capazes de guardar um turbilhão de rimas e ritmos que soam silenciosos e intrigantes com a introdução de um verso.
Assim ele segue ao primeiro ato, molhando seu corpo desnudo com as mais diversas palavras e expressões...
E após as deixar-las completar o seu fluxo, seca seu rascunho para poder ir trabalhar.
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sexta-feira, 8 de julho de 2016
Acordando poemas
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Rimas de Cachoeira
Uma cachoeira de letras inundou o meu quarto...
Em menos de duas estrofes, estava coberto pelas letras.
Respirei fundo e comecei a subir.
Imergi pelas poesias rapidamente...
Peguei o primeiro livro para não afundar.
Com um soneto remei pelos versos até chegar à margem dos versejos...
Pisei em palavras firmes e peguei a primeira rima que passou.
Nela segui aonde o caminho me levou...
Chegando lá, já não estava...
Páginas e mais páginas rasurei...
Não estando fiquei...
Fiquei pensando, falando...
E ao estalar de uma prosa, acordei o Poema!
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