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sexta-feira, 8 de julho de 2016

Acordando poemas

Tic tac, Tic tac, bate o poema.
Despertando o soneto da nova jornada.
Que ao bocejar versejos, sente o gélido conflito de idéias alcançar os pés...
Levantando as preguiçosas estrofes matinais, que ainda se encontram adormecidas e desordenadas na mente do poeta..
Espreguiça um braço...
Pega uma caneta...
E nesse compasso.
Faz uma careta...
Um pouco depois de duas frases, encontra a coragem se esquivando da vontade de deitar e seguir com a insônia inquietante de provérbios, substâncias e devaneios que assolam a sua mente oca e confusa de tantos pensamentos...
Pensamentos perdidos em caixas de texto pequenas e compactas capazes de guardar um turbilhão de rimas e ritmos que soam silenciosos e intrigantes com a introdução de um verso.
Assim ele segue ao primeiro ato, molhando seu corpo desnudo com as mais diversas palavras e expressões...
E após as deixar-las completar o seu fluxo,  seca seu rascunho para poder ir trabalhar.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Hoje


Desperto lentamente e pulso um olhar na varanda.
Céu aberto,crescente sol a solicitar minha presença..
Bocejos e versos se confundem ao banhar...
Tristezas, angústias, ficaram ao luar...
Levando um levanto de vento...sento.
E começo a analisar...
Palavras, frases...o amar
Com sentimento, aumento o pensamento. 
Busco sossego, emprego...
Emprego as palavras no momento.
Suspiro...
Respiro.
Me inspiro;
Entre amores...
E nele sigo.
Caminhando para o desencontro dos caminhos...
Visualizando a estrada sem rumo...e assim...
Encontramos os caminhos do coração...
Na loucura vivenciamos o amor com a amplitude da ilusão...
Na sensatez, vivenciamos com ternura e paixão.
Vivemos sonhos acordados e escrevemos os mais diversos pensamentos...
Paramos, analisamos, momentos.
Queria sorrir um sorriso de saúde e piscar uma saudade.
Pequenos trechos, felicidade.
Isso é o que tenho para Hoje.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Evolução Contínua

Continue evoluindo sempre.
O emprego muda, a vida continua, o aprendizado não pode parar.
Seja o melhor para você e supere todos os obstáculos.
Seja o seu brilho e ninguém o ofuscará.
Aprenda sempre, pois conhecimento é uma das chaves do sucesso. 
As outras serão suas se você quiser.

Por : Marcelo Cantalice Dias

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Começos e Versejos entre Imagem e Ação da Felicidade


Começo perdido, vendo os trechos que ainda não sairam da caneta.
Tento fazer poesia com o que me faz balançar.
Escrevo entre linhas e palavras, versejo entre vida e estrada...
Não, não...
Só desentrelaço as caraminholas de minha imaginação.
Os nós vem em imagens.
Abro-as em mensagens...
Faço em ações...
Satisfações?
Eu sinto falta dessas coisas...
Vivo na estrada, fica difícil não pensar em  o que escrever...
Não paro em canto nenhum...
Só no amor...
Este encontrei...
Desde sempre, vivo para cortejar, cantar...
Amar a vida...
Estar na ativa!
Caminhar...
Isso eu faço nas minhas linhas poéticas, escrevendo palavras sem mais mais...
Poetizo...
Escrevo...
Vivo...
Sou sempre tranquilidade, positividade...
Sou amor! Ah amor...Seu amor.
Que bom que encontrei!
E digo...
Feche os lindos olhos e sonhe com meus Beijos em cada um deles...
Mexa seus lindos cabelos negros e sinta o entrelaçar de meus dedos tocando levemente sua nuca...
Para que os meus lábios, façam o seu sorriso adormecido aparecer a cada chegada, a cada retorno para seus braços.

sexta-feira, 21 de março de 2014

O DESPERTAR DA CACHOEIRA


O suave gotejar de seus versos
Desperta o interesse dos meus olhos
Abrindo uma poesia no piscar
O raiar do sol já caia em cascatas
O soar da cachoeira molhava meus ouvidos
Trazendo cantigas ao som dos passarinhos
Levantei admirando as poesias naturais
Banhei meus pensamentos ao cheiro de mata nativa e molhada
Acordei com o coração na estrada
Já era hora de ir para casa.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

O Fim De Um Ciclo


Vivia em quedas.
Ar, poeira, sem respiração...
Ventos parados em vão.
Feche os olhos...
Escute o coração.
Veja novos caminhos e a razão!
Quero voar livre, aprender a crescer.
Encarar novos desafios, vencer.
Acordei para o novo...
Falarei de felicidade...
Dos caminhos, novas verdades.
Acordei da cegueira...
Enxerguei, as paredes quebradas e reconstruí.
Elevei mitos, derrubei rasuras...
Falei sozinho as palavras para o mundo!
Conforme encontros, desencontrei a tristeza!
Viveria agora a realeza!

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Desabafo dos aflitos

Em entranhas as palavras atravessam os sonhos.
Aflições acordam os pensamentos ocultos das palavras.
Mentalidade, insanidade, sem proximidade...
Dores expostas...
Facada, nas costas.
Ofensas impróprias...
Calúnias próximas.
Em veias cadavéricas se escondem a felicidade e o amor...
Escreve frases sem pudor.
As paradas estão cada vez mais aceleradas...
Vidas, baboseiras rasgadas.
Batimentos soam os cardíacos pulmões do pensar...
Vibrações fazem a cama revirar.
Cada lágrima que se põe na parede rasga as rasuras de um olhar incomodado.
Não percebe-se o quanto pois olhos estão cegos e fechados.
As mordidas de medo em tom de pesadelo se intensificam.
Bate estacas, algozes, ferozes, infernais!
Vibrações eternas, gulturais!
Bum! Bum! Bum!
Raios raivosos explodem a minha tranquilidade!
Ouvi que existem dois anos de mentiras criadas por pensamentos que só visam o mal.
Criaturas nefastas, farão mal a si próprios...
Irei vencer... Não basta o mal para me desprover!
Acordo leve como uma bigorna.
Discurso horas e horas os parágrafos de uma canção.
Um canalha, um mentiroso...Algo que soa desgostoso.
Canção tal que pesava minha mente como algodão...
Peço minutos de ajuda para guiar minha doença viral que contagia o amor.
Encontro infernos mandados por pessoas em saudosos textos de tabuadas.
Conto as vezes que a paz foi pedida em tom de guerra...
Idas e vindas em emoções fortes te trazem a tona.
Nada me abate.
Corro da lona!
Na vida aprendo a dizer as coisas que o coração quer esquecer.
Quem me conhece sabe quem eu sou.
Quem me conhece sabe o meu querer.
Quem me conhece sabe o que eu sou.
Quem me conhece torce para eu viver.
Amargurar os momentos, voltar a vencer.
Seria eu tão doente quanto estes pensamentos que trazem ao meu respeito?
Que nada. Sou é um bom sujeito!

terça-feira, 18 de junho de 2013

Por Quem Me Inspiro



Alguns ainda vão saber
Respostas orei ao dizer
Tantas elas não são
Haveria alguma razão?
Ultimamente tenho pensado...
Realmente tenho escutado?
Caminhos parecem adversos
Ainda que meio dispersos
Naturalmente pelo fluxo perfeito
Tento rimar fim e efeito...
As suas explicações escutei
Lentamente assimilei...
Inclusive anotei!
Contigo sempre estarei...
Escrevendo que para sempre te amarei.

sábado, 15 de junho de 2013

Deitando no céu de pensamentos



Imensamente espero a noite me cansar.
Fico passando as horas de cada segundo sol ao luar.
Reflito as palavras jogadas na minha parede.
Ouço sonoros relógios do silêncio do inconsciente.
Silencio a gritos as inconstâncias da mente.
Mente vibrante, pulsante...
Estressante!
Deito meu pensar em um travesseiro de pedra, que se torna macio ao perfurar minhas dores em milhares de pedaços do amor.
Vejo reflexos de choros em cantos da janela da felicidade.
Colo lençóis enroscando as pernas tremulas no vento...
Enxergo, tento...
Aumento o calor com a baforada fria do ventilador, que de tão quente me cobre a alma e esfria o corpo.
Forro levemente o sono com o despertar da imaginação...
Busco sentido para o impensado querer...
Fujo, corro, freio o poder.
Neste imediatismo intenso baixo meus batimentos e transformo meu amargurado coração em cacos de paixão!
Jogo para o alto as cartas de um antigo passado que propaga futuros incompletos e com múltiplas escolhas.
Fico um pouco mais pensativo.
Afinal ainda busco as respostas para o que não perguntei.
Queria entender o real motivo do querer.
Busco a respiração na vida, as escolhas nos sonhos e as decisões nos momentos.
Entendo perfeitamente que não sei de nada além do que não entendo.
Acredito que momentaneamente vivemos os segundos de nossos intensos lapsos de memórias em palavras furtadas de nossa alma.
Escrevo versos, tracejo estrofes, rasuro poemas...
Este sou eu, um trovador de sonhos...
Um descobridor de luas.
Um apagar de escuridão,
Um texto, um refrão.

sábado, 2 de junho de 2007

PRIMEIRO ATO

A muito tempo venho juntando forças para estartar este impáviso colosso poético...
Lendo um pouquinho dali...escrevendo daqui...ouvindo de lá...
Sabesse que sem tentar não se acerta, mas será que se acerta sem tentar?!?!?
Ouvi um amigo e resolvi acertar tentando.
Gracias Fernando!


Começar algo pode ser o início de um fim...