Tic tac, Tic tac, bate o poema.
Despertando o soneto da nova jornada.
Que ao bocejar versejos, sente o gélido conflito de idéias alcançar os pés...
Levantando as preguiçosas estrofes matinais, que ainda se encontram adormecidas e desordenadas na mente do poeta..
Espreguiça um braço...
Pega uma caneta...
E nesse compasso.
Faz uma careta...
Um pouco depois de duas frases, encontra a coragem se esquivando da vontade de deitar e seguir com a insônia inquietante de provérbios, substâncias e devaneios que assolam a sua mente oca e confusa de tantos pensamentos...
Pensamentos perdidos em caixas de texto pequenas e compactas capazes de guardar um turbilhão de rimas e ritmos que soam silenciosos e intrigantes com a introdução de um verso.
Assim ele segue ao primeiro ato, molhando seu corpo desnudo com as mais diversas palavras e expressões...
E após as deixar-las completar o seu fluxo, seca seu rascunho para poder ir trabalhar.
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sexta-feira, 8 de julho de 2016
Acordando poemas
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Sociedade dos Poetas Mortos
A poesia está na essência de nossa imaginação.
Que bela sabedoria é essa que escondemos por verginha de versar...
Medo de sentir...
Medo de chorar...
Medo na emoção...
No sentimento, no expressar e no coração.
Nada mais belo pode demonstrar o quão ridículo é o nosso medo de amar.
Ó capitão, meu capitão.
É época de rasgar a sanidade.
Demonstrar o que sente de verdade.
Ao ver...
Perceber!
Sempre que assisto afloro a emoção..
E vejo o quanto tenho que fazer o fluir sair...
O saber fazer...
O impor expir...
A dor amor...
O ferir sorrir
A emoção sair...
Partir e ir e vir.
E assim construir a imagem do meu sonho de viver.
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