quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Tentativas do dormir...



Hum, dois, três...
As horas vão terminando.
Passando rapidamente, de vez.
Concorro com o tempo...
Enquanto os olhos insistem em enxergar...
O acordar ao vento...
O retorno do pensar...
Ventilador secando os olhos....
Insônia abrindo-os....
E no tempo... Sentindo...
Vem sono...
Vai insônia...
Desliga mente!
Pensamento, sente...
Olhos turvos...
Vistas novamente apagadas...
Enfim...
Será assim...
As luzes começaram a clarear o escuro noturno...
A vontade de dormir chegará...
Procuro nos olhos, me enfurno...
Que consequência o acordar terá!?
Será que haverá alguma...
Neste ritmo, nenhuma.
Insônia, porque me aflige?
Dessa forma, o dormir não me atinge!
Apesar de consumir minha respiração.
Em momentos os lábios secam, a emoção.
Coração diminui a frequência...
Mas não me vem a inocência...
Acordado, acordado...
Cansado!
Não se esconda!
Quero acordar de um sonho teu!
Não me diga que tá com medo de aparecer.
Preciso de você!
Vem sono, vem...
Vem para mim é para mais alguém!

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

MEU QUERER



Quero acordar.
Quero vibrar.
Quero sonhar acordado e cantar.

Quero descobrir o brilho de todas as noites em imagens refletidas no eclipse lunar.
Quero saber os limites dos estranhos, conhecendo as magias do pensar.
Quero vibrar alegremente os momentos escolhidos, sem pensar no cansar.
Quero fugir dos momentos tristes do amar.
Quero evoluir alegremente o sorriso do clamar.
Quero ver o escuro brilhar em cada instante e pensar que nada mesmo ocupou minha maneira de falar.
Quero saber o quanto fiz e o que fiz para parar.
Quero agradecer a tudo que me faz poetizar.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Pedaços de Papel em Imagens Escohidas



Pedaços de Papel

 
Encostarei meus 30 nos braços da Lua e buscarei o primeiro sol dos 31.
Boa noite a todos!
(Escrita na sonolência emocional de um novo caminho a trilhar)

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Ao Olhar Da Lua



Contrariando a Lua me vi ao chão... 
Sem pensar, sem vão...
Firmei meus pensamentos.
Acertei a minha visão...Então;
Olhe o céu e enxergue a lua.
Veja ela... Nua...
Pode ser de casa ou da rua.
Mas olhe de uma forma crua!
Ao mirar meu olhar enxergo o brilho cego do luar.
Condenando meu pensamento em amor e alegria.
Deteriorando minhas mensagens de tristeza e melancolia...
Que beleza é enxergar o luar em olhos fechados com o brilho de estrelas perdidas no caminho do tempo.
Viver achando os pergaminhos de palavras alegadas e adoçando os prazeres do azedar.
Nas tentativas de contrariar a lua, enxergamos um sol escuro e sombrio.
Vivemos a cada momento o vazio.
Lua minguante, momento importante...
A autonomia, é nossa utopia.
Para quem não olha a luz do luar, vemos o brilho de amores e instantes resultados de paixões.
Em momentos importantes identificamos as expressões faciais...
Em uma fase inicial desenvoltos traços são mantidos em meia lua.
Brilho se vai na rua!
A estima desembrulha amores e destrói pavores.
Constantes eclipses de valores.
Assim a vejo... Cheia e vazia de sentimentos..
Queria carregar a lua em braços brancos e ávidos... 
Embaraços sem vida e com luz própria da lua que ilumina o amanhecer de um novo entoar de um cântico poético em alegres tristezas vividas na claridade sombria e obscura do brilhar de uma prece rezada em versos doces que de longe ficam pensando em você....
Dores de excessos que não me atraem, trazem momentos de embriaguez de alegria e escolhas pensadas em paredes.
A Lua cheia, me devaneia.
Assisto os organizadores do tempo pensar.
Pensamentos de luz e luar.
Consigo crescer...
Memórias tristes vencer...
Conseguindo assim atacar o luar.
Vivendo sempre os momentos felizes!
Os tristes? Largo no canto do esquecimento!

quarta-feira, 24 de julho de 2013

O Fim De Um Ciclo


Vivia em quedas.
Ar, poeira, sem respiração...
Ventos parados em vão.
Feche os olhos...
Escute o coração.
Veja novos caminhos e a razão!
Quero voar livre, aprender a crescer.
Encarar novos desafios, vencer.
Acordei para o novo...
Falarei de felicidade...
Dos caminhos, novas verdades.
Acordei da cegueira...
Enxerguei, as paredes quebradas e reconstruí.
Elevei mitos, derrubei rasuras...
Falei sozinho as palavras para o mundo!
Conforme encontros, desencontrei a tristeza!
Viveria agora a realeza!

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Cronograma de uma solitária.


Estive ao mesmo tempo comigo e com ninguém...
Vivo momentos sozinhos e com mais alguém.
Sem nem saber ao certo o errar.
Escrevo palavras aos montes do meu ditar.
Quero entender a minha realidade.
Buscar, sentimento e lealdade.
Escolho sozinho meus erros e erro comigo meus acertos!
Vivo, escolho sem dar pretextos!
Bem de longe vejo um olhar penetrante que tentar absorver a energia que sinto de viver.
Voa rasgando meu bem querer...
Um brilho meigo e suave, mentiroso....
A brutalidade que uma pena me atinge me faz voar parado imensos quilômetros de melancolia...
Caio em pé, firme, mas desolado...
É, pensando bem, estou deitado...
Em uma mesa onde os médicos já não sabem o que fazer...
Tosse, horrores, prazer!
Menos de dez segundos para operar.
Um coração palpitante sem as vibrações calorosas do seu ardor...
Paradas respiratórias ditam o pulsar das palavras
Enfermos os saudáveis buscam a solução para o clarear...
Raios de sol escurecem as vistas fechadas do pensar...
Lapsos de memórias confundem a respiração....
Respiro ofegante cada suspiro desta falta de amor!
Busco ar no vácuo deixado por suas palavras...
Em papeis, rasuro rastros de murmúrios finalmente esquecidos...
Nenhum segundo mais!
Nenhum erro mais!
Esqueça, viva o Jamais!
Eletrochoques fazem a pulsação desaparecida chegar.
Batimentos contínuos me fazem vibrar...
As derrotas esquecidas quem vai lamentar!
Percebo que o olhar antes grampeado tem uma fresta de luz incandescente que traz a alegria!
Respiro, corro, vibro com euforia.
A vida de repentes, ficou para trás...
Escrevo textos e palavras a mais...
Encontro caminhos perdidos nas passadas...
Paro, penso em caminhadas.
Vejo a cegueira com um olhar diferente.
Vivo a cada momento intensamente.
Se isso é morte então, me enterro mais!
Para que querer a vida se ela não me parecia ser?
Para que viver para não crescer!?
Mudanças de conceitos para uns... Encontro de realidade para mim...
Cego, surdo, mudo... Vivendo enfim!