Misturando os falares mudos, seguimos as malícias expressas nas palavras...
Vemos a dor e sabemos a cor....
Escolhemos o prazer...
É tão bom reviver!
Me misturar a você.
Sabemos assim misturando que cada instante é único e que cada dor tem sua razão, emoção e paixão.
Assim como cada prazer traz a delicadeza e o saber...
Vimemos e nos deliciamos do saber...
Mesmo que sem querer...
Essa, eu fiz para você...
Vamos viver...
Vamos manter...
Vamos esquecer e fazer!
E ao amanhecer...
Amar você.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
A Delícia do Saber
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Olhar no pensamento
Olhos entreabertos, passando somente um pequeno e brilhoso filete de pensamento.
Raios e eclipses depois do despertar mantém a retina...
Retina que segue a visão da rotina...
Rotina cega e iluminada por pensamentos.
Pensamentos que sem pensar se transformam nos sonhos...
Ao pensar em algo que não tem sentido...
....em brancos coloridos...
Aconteci de momentos...
Brilhei no opaco...
Olhei nos pensamentos.
Pisquei, pisquei, rasurei...
Resposta ao ofegante respirar matinal.
Como uma risada riscada por um giz gigante e apagado...
Coisa bela, banal.
Salivei de um jejum poético que me abalava...
Mente criativa sem atividades...
Sedento, com olhar seco e faminto...
Leio amor, escrevo a dor e não sei o sabor...
Amei, amo e amarei sempre.
Loucuras e misturas de pensar...
Ah se eu soubesse que ali pensando no tempo encontraria as razões para abrir os olhos.
Enxergar...
Cada piscar de uma estrela solar.
Acorda uma saudação lunar.
Que em saudade aposentada traz a alegria do enxergar.
Fechei o tempo e a poesia, mas por outrora...
Agora...
Rasurei a minha caixola...
E escrevi um pensamento de um olhar...
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Rimas de Cachoeira
Uma cachoeira de letras inundou o meu quarto...
Em menos de duas estrofes, estava coberto pelas letras.
Respirei fundo e comecei a subir.
Imergi pelas poesias rapidamente...
Peguei o primeiro livro para não afundar.
Com um soneto remei pelos versos até chegar à margem dos versejos...
Pisei em palavras firmes e peguei a primeira rima que passou.
Nela segui aonde o caminho me levou...
Chegando lá, já não estava...
Páginas e mais páginas rasurei...
Não estando fiquei...
Fiquei pensando, falando...
E ao estalar de uma prosa, acordei o Poema!
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Entre Estações de Sonhos Espacias
Tic tac faz a poesia em minha cabeça...
O soar me lembra o som de um interlúdio..
Pulando entre ficções e frações de poemas;
Subindo assim em um cometa de parábolas.
Me sinto muito espacial...
Vago entre pensamentos e galáxias.
Escrevo em vias lácteas.
Nesse trecho estrelar, encontro minhas estrofes.
Perder, ganhar é só viajar...
A poesia flui no infinito...
Busca galáxias e escritos...
Quero brindar as letras;
Celebrar os sonhos;
Escrever as estrelas!
E depois aterrissar em meu travesseiro poético...
Para terminar de Rasurar o meu Papel de Parede.
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Sobre Palavras
Independente...
Naturalmente
Ficaria
Estupefato,
Respirando
Novos
Ostracismos.
Ainda
Sem
Traumatismo,
Realizaria
Algumas
Liturgias!
sábado, 19 de setembro de 2015
Amar é... Sobre um comentário!
Hoje ao chegar li assim: amar é bom quando a gente está com a gente.
Mas antes de ler, estava de olhos fechados, refletindo palavras e buscando um guia.
Hoje, mais cedo, estive comigo em uma caminhada de pensamentos...
Nela incluí histórias e momentos.
Sou feliz com o que tenho, sou feliz com o que amo...
Escrevo, poetizo, clamo.
Me amo.
Te amo.
Nos amo.
Uns passos mais a frente.
Percebi que o meu coração estava acelerado.
Um ritmo maior, bem pensado...
Curvas, palavras...
Batimentos, pensamentos e tempo.
Sentimentos na estrada.
Aí veio a ladeira, subi um verso longo.
Amarrei o cadarço na estrofe.
Andei parado por alguns livros.
Me esforcei para continuar a atualizar o meu passo.
Suei as vírgulas e assimilei um soneto.
Então fui em minha caminhada.
Andando cada palavra.
Olhando os passos.
Para chegar em casa.
Tomei um banho de pontos...
Atualizei os versos.
Sequei as rimas e versejei...
Bem assim...
Será que em comentários curtos descobrirei o quanto o amar faz um poeta falar?
Será que em pequenas perguntas encontrarei as respostas do sempre louco coração?
Não sei se é, não sei se foi...
Só sei que somos...
Amar é...
Amar somos.
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Hoje
Céu aberto,crescente sol a solicitar minha presença..
Bocejos e versos se confundem ao banhar...
Tristezas, angústias, ficaram ao luar...
Levando um levanto de vento...sento.
E começo a analisar...
Palavras, frases...o amar
Com sentimento, aumento o pensamento.
Entre amores...
Encontramos os caminhos do coração...
Na loucura vivenciamos o amor com a amplitude da ilusão...
Na sensatez, vivenciamos com ternura e paixão.
Vivemos sonhos acordados e escrevemos os mais diversos pensamentos...
Paramos, analisamos, momentos.
Queria sorrir um sorriso de saúde e piscar uma saudade.
Pequenos trechos, felicidade.
