Tic tac, Tic tac, bate o poema.
Despertando o soneto da nova jornada.
Que ao bocejar versejos, sente o gélido conflito de idéias alcançar os pés...
Levantando as preguiçosas estrofes matinais, que ainda se encontram adormecidas e desordenadas na mente do poeta..
Espreguiça um braço...
Pega uma caneta...
E nesse compasso.
Faz uma careta...
Um pouco depois de duas frases, encontra a coragem se esquivando da vontade de deitar e seguir com a insônia inquietante de provérbios, substâncias e devaneios que assolam a sua mente oca e confusa de tantos pensamentos...
Pensamentos perdidos em caixas de texto pequenas e compactas capazes de guardar um turbilhão de rimas e ritmos que soam silenciosos e intrigantes com a introdução de um verso.
Assim ele segue ao primeiro ato, molhando seu corpo desnudo com as mais diversas palavras e expressões...
E após as deixar-las completar o seu fluxo, seca seu rascunho para poder ir trabalhar.
sexta-feira, 8 de julho de 2016
Acordando poemas
quinta-feira, 3 de março de 2016
Poesia...simplesmente em mim
A poesia é minha essência...
Respiro as estrofes e construo os versos com amor e agonia...
Vejo as páginas em cada pensamento sensato e insano...
Me é satisfatório e um tanto introdutório ver as palavras saírem lentamente da tinta e rasurarem minhas paredes...
Tenho sede de poesia...
Não me contento com um só verso...
Bebo as Ilíadas...
Chego a engasgar de tantas metáforas...
Então, aos poucos, libero rapidamente os lentos segundos que trazem a luz poética...
E vou, simplesmente poetizar.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Shout of conceited silence
In the morning spring...
I will yawn in your dreams ...
sailing in their concerns...
In the middle of silent thunderstorm...
In colored rays that shine in the will of oblivion.
strong and intense verses makes up the mental turmoil
Going back and forth ... Like a strange poetic nausea that teach the way of shortcuts ...
In stars that bring their freedom.
Wake me up!
Putting my feet in dense poetry,
Discovered by the sound of fate...
I try to understand their desires
Tic tac...
The clock shocks in my socks...
Crazy?
Maybe...
Say a little bit...
Of love...
Of me...
Show me your loud cry...
Show me in silence.
Because I know your smile...
It is a dark liar...
Ignoring my sky...
Trying...
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
O verso do complexo desconhecido
Aqui jaz um verso...
Sem pai nem poema..
Desiludido...
Desconstruído.
Uma mãe de um versejo qualquer...
Gravidez pálida...
De páginas em branco e cheias de conteúdo.
Nem conheço aquela estrofe...
Sem prece não sofre...
Vai vagando por aí...
E o autor tenta se encontrar...
Mesmo assim sem assimilar os nossos contextos...
Desconheço...
Poetizo...
Sigo.
Vejo...
Paredes perdidas em palavras pregadas...
Sensores sem sentido...
Sentindo as batidas...
Pregos vibrando...
Livros chorando.
Sem preceitos e pré conceitos...
Mas o poeta não desiste...
Vai em busca do pai do poema...
Corre...segue em busca...
Sem enxergar que o filho é seu.
Ei...
Ei, desliguei...
Chorei...
Ei, orei...
Falei, expliquei, esperei.
Ei, passei!
Vibrei, gostei, arrumei, preparei!
Ei, cheguei;
Apresentei, estudei...
Ei comecei!
Analisei, criei, inovei!
Calculei, verifiquei, rasurei!
Ei, versejei!
Alegrei, comemorei...
Sonhei...
Tracei...
Parei...
Poetizei..
Respirei..ei...
Ei, Desliguei...
Raízes
Uma semente plantada a 33 poesias...
Um caminhar de escritos em toda essa romaria...
Adubo do bom...Amor!
Carinho e dedicação.
Não me defino em quesitos, me defino em poesia...
Broto do chão...
Nasci da caneta...
Cresço no livro...
Apareço nas páginas...
Vôo na imaginação.
Bastante esquisito...
Meu pensamento restrito...
Sílabas, verbetes...
Misturados no estilete...
Rasgado;
Sonetos...
Potencializados em catetos...
Plantad;
Estrofes...
Sem cortes...
Tô chegando...
Palavras perfeitas.
Em seguida...estreitas.
Visualizando...
Caminhos e versos....
Não sei ao certo...
Desvencilhar a trilha...
E na pilha...
Me encontro...
Amarrado à árvore, a procura o corpo...